Dilma diz “perdoar quem bateu panela” e anula a narrativa de “gópi” para garantir aliança PT/PMDB

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Dilma diz “perdoar quem bateu panela” e anula a narrativa de “gópi” para garantir aliança PT/PMDB

Em entrevista concedida à rede alemã Deutch Welle, durante viagem (às custas do contribuinte) que faz à Berlim, a presidente deposta por incompetência voltou a dizer que “seu governo foi vítima de um golpe”, mas que não é possível “perseguir” o eleitorado que foi a favor do impeachment. Para Dilma, é hora de “perdoar a pessoa que bateu panela achando que estava salvando o Brasil, e que depois se deu conta de que não estava”.

Dilma afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) tem que “perdoar quem bateu panela” e criar um espírito de “reencontro” para as eleições de 2018. Mas isso não significa um perdão generalizado. “Uma hora nós vamos ter que nos reencontrar. Uma parte do Brasil se equivocou. Agora isso não significa perdão àqueles que planejaram e executaram o golpe”.

No entanto, alianças com políticos do PMDB, partido de seus principais algozes no processo de impeachment, como o presidente  Michel Temer e o ex-presidente da Câmara dos Deputados,  Eduardo Cunha , não devem ser descartadas.

“Dificilmente nós faremos aliança com o PMDB em nível nacional. Mas você vai falar que não pode fazer aliança com o [senador Roberto] Requião (…) uma pessoa que combateu o golpe. Você não vai fazer uma aliança com a Kátia Abreu?”. Renan Calheiros , presidente do Senado à época de sua deposição também seria válido pois ele “não trabalhou a favor do golpe”.

Segundo Rousseff,  o país não precisaria de uma renovação na política. “O que os conservadores conseguiram produzir? Produziram a extrema direita, o MBL [Movimento Brasil Livre] e o [Jair] Bolsonaro. E o que ainda é novo no Brasil? O gestor incompetente, tipo o Trump? O João Dória? Ou você deseja a política de animação de auditório como política social, que é o Luciano Huck? Isso é o novo?”, exemplificou.

Dilma disse que a política brasileira só tem solução caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva volte ao poder, pois ele foi “o melhor presidente” do país e seria a “única esperança” no pleito de 2018. Dilma continua “dilmando”, sem parar.

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